Nas Mãos de Cristo



“As minhas ovelhas ouvem a minha voz; eu as conheço, e elas me seguem. Eu lhes dou a vida eterna; jamais perecerão, eternamente, e ninguém as arrebatará da minha mão. Aquilo que meu Pai me deu é maior do que tudo; e da mão do Pai ninguém pode arrebatar” (João 10.27-29). Cristo conhece aqueles que o ouvem e o seguem de modo habitual e contínuo. Ele lhes concedeu a vida eterna como um presente e o aspecto mais relevante desta vida recebida não é quantidade, mas qualidade. Trata-se de um elevado tipo de vida e não, simplesmente, uma vida que dura para sempre. Jesus afirma que os receptores da vida eterna jamais perecerão. Isso denota a impossibilidade de um cenário no qual se concebe o pensamento de que nossas constantes falhas poderiam nos levar a ser excluídos desta vida que nos foi presenteada. Na parte final do verso 28, o Senhor afirma: ninguém as arrebatará da minha mão. Esta é uma das mais sublimes verdades acerca da fé cristã, isto é, a nossa segurança e permanência na vida eterna não depende da fragilidade de nossa fé, nem da inconstância de nossos atos de lealdade; mas da graça do próprio Cristo que nos segura em suas poderosas mãos. Isso significa que nós, os que cremos, não estaremos livres dos tropeços e sofrimentos terrenos, mas que participaremos da eternidade com Deus, a despeito de nossas falhas neste mundo, embora estas falhas tragam prejuízos à qualidade de nossa vida espiritual tanto aqui quanto na glória futura (1 Coríntios 3.15). Aquilo que o Pai me deu é maior do que tudo. O rebanho de Cristo lhe foi dado pelo Pai e é maior do que qualquer outra coisa na face da terra. Esta atribuição máxima de valor conferida pelo Senhor ao seu rebanho implica que Ele mesmo cuidará deste rebanho até o fim. O pastor é Todo-Poderoso e a ovelha em sua mão está absolutamente protegida. ____________________________________ João Crisóstemo



“As minhas ovelhas ouvem a minha voz; eu as conheço, e elas me seguem. Eu lhes dou a vida eterna; jamais perecerão, eternamente, e ninguém as arrebatará da minha mão. Aquilo que meu Pai me deu é maior do que tudo; e da mão do Pai ninguém pode arrebatar” (João 10.27-29). Cristo conhece aqueles que o ouvem e o seguem de modo habitual e contínuo. Ele lhes concedeu a vida eterna como um presente e o aspecto mais relevante desta vida recebida não é quantidade, mas qualidade. Trata-se de um elevado tipo de vida e não, simplesmente, uma vida que dura para sempre. Jesus afirma que os receptores da vida eterna jamais perecerão. Isso denota a impossibilidade de um cenário no qual se concebe o pensamento de que nossas constantes falhas poderiam nos levar a ser excluídos desta vida que nos foi presenteada. Na parte final do verso 28, o Senhor afirma: ninguém as arrebatará da minha mão. Esta é uma das mais sublimes verdades acerca da fé cristã, isto é, a nossa segurança e permanência na vida eterna não depende da fragilidade de nossa fé, nem da inconstância de nossos atos de lealdade; mas da graça do próprio Cristo que nos segura em suas poderosas mãos. Isso significa que nós, os que cremos, não estaremos livres dos tropeços e sofrimentos terrenos, mas que participaremos da eternidade com Deus, a despeito de nossas falhas neste mundo, embora estas falhas tragam prejuízos à qualidade de nossa vida espiritual tanto aqui quanto na glória futura (1 Coríntios 3.15). Aquilo que o Pai me deu é maior do que tudo. O rebanho de Cristo lhe foi dado pelo Pai e é maior do que qualquer outra coisa na face da terra. Esta atribuição máxima de valor conferida pelo Senhor ao seu rebanho implica que Ele mesmo cuidará deste rebanho até o fim. O pastor é Todo-Poderoso e a ovelha em sua mão está absolutamente protegida. ____________________________________ João Crisóstemo