Sacrifício Vivo



"Rogo-vos, pois, irmãos, pela compaixão de Deus, que apresenteis os vossos corpos em sacrifício vivo, santo e agradável a Deus, que é o vosso culto racional." Romanos 12.1 A imagem sacrificial utilizada nesse verso confirma o ensino que encontramos no Novo Testamento. Os cristãos não oferecem sacrifícios literais, pois Cristo já cumpriu e cancelou o sistema sacrificial do Antigo Testamento. Os sacrifícios oferecidos pelos discípulos de Jesus são espirituais, conforme testifica o Apóstolo Pedro: “vocês também estão sendo utilizados como pedras vivas na edificação de uma casa espiritual para serem sacerdócio santo, oferecendo sacrifícios espirituais aceitáveis a Deus, por meio de Jesus Cristo”. 1 Pedro 2.5. Assim, o sacrifício que somos exortados a oferecer aqui se refere à oferta de nossos próprios corpos. Isso significa que a oferta que Deus requer é a pessoa em si. Além disso, esse sacrifício que oferecemos com o nosso corpo é qualificado por três adjetivos: "Vivo" - uma referência à própria natureza do sacrifício, isto é, aquele que não morre ao ser ofertado, mas continua vivendo e sendo eficaz até que morra o ofertante. "Santo" - isso implica que a oferta de nós mesmos a Deus envolve nossa separação do que é profano e dedicação ao Seu serviço. Assim sendo, este sacrifício seria "agradável a Deus". O verso se encerra com a frase: "esse é o culto racional de vocês." Esta frase qualifica toda a exortação dada. Oferecer-nos a nós mesmos como um sacrifício seria o nosso "culto racional", ou seja, "conforme a razão" ou "lógico". Um culto que é apropriado àqueles que de fato têm entendido a verdade revelada em Cristo. Nós cristãos somos chamados a um culto ou adoração que não está confinado a um lugar ou tempo determinado, mas que envolve todos os lugares em todo o tempo. Encontros regulares para adoração e edificação mútuas são apropriados e prescritos na Palavra de Deus. Mas encontros como esses são apenas um aspecto da contínua adoração que cada um de nós deve oferecer diariamente a Deus através do sacrifício de nossos próprios corpos. Conforme o próprio Paulo escreveu aos Romanos: "Portanto, não permitam que o pecado continue dominando os seus corpos mortais, fazendo que vocês obedeçam aos seus desejos. Não ofereçam os membros de seus corpos ao pecado, como instrumentos de injustiça; antes ofereçam-se a Deus como quem voltou da morte para a vida; e ofereçam os membros dos seus corpos a ele, como instrumentos de justiça". Romanos 6.12,13. ____________________________________ João Crisóstemo



"Rogo-vos, pois, irmãos, pela compaixão de Deus, que apresenteis os vossos corpos em sacrifício vivo, santo e agradável a Deus, que é o vosso culto racional." Romanos 12.1 A imagem sacrificial utilizada nesse verso confirma o ensino que encontramos no Novo Testamento. Os cristãos não oferecem sacrifícios literais, pois Cristo já cumpriu e cancelou o sistema sacrificial do Antigo Testamento. Os sacrifícios oferecidos pelos discípulos de Jesus são espirituais, conforme testifica o Apóstolo Pedro: “vocês também estão sendo utilizados como pedras vivas na edificação de uma casa espiritual para serem sacerdócio santo, oferecendo sacrifícios espirituais aceitáveis a Deus, por meio de Jesus Cristo”. 1 Pedro 2.5. Assim, o sacrifício que somos exortados a oferecer aqui se refere à oferta de nossos próprios corpos. Isso significa que a oferta que Deus requer é a pessoa em si. Além disso, esse sacrifício que oferecemos com o nosso corpo é qualificado por três adjetivos: "Vivo" - uma referência à própria natureza do sacrifício, isto é, aquele que não morre ao ser ofertado, mas continua vivendo e sendo eficaz até que morra o ofertante. "Santo" - isso implica que a oferta de nós mesmos a Deus envolve nossa separação do que é profano e dedicação ao Seu serviço. Assim sendo, este sacrifício seria "agradável a Deus". O verso se encerra com a frase: "esse é o culto racional de vocês." Esta frase qualifica toda a exortação dada. Oferecer-nos a nós mesmos como um sacrifício seria o nosso "culto racional", ou seja, "conforme a razão" ou "lógico". Um culto que é apropriado àqueles que de fato têm entendido a verdade revelada em Cristo. Nós cristãos somos chamados a um culto ou adoração que não está confinado a um lugar ou tempo determinado, mas que envolve todos os lugares em todo o tempo. Encontros regulares para adoração e edificação mútuas são apropriados e prescritos na Palavra de Deus. Mas encontros como esses são apenas um aspecto da contínua adoração que cada um de nós deve oferecer diariamente a Deus através do sacrifício de nossos próprios corpos. Conforme o próprio Paulo escreveu aos Romanos: "Portanto, não permitam que o pecado continue dominando os seus corpos mortais, fazendo que vocês obedeçam aos seus desejos. Não ofereçam os membros de seus corpos ao pecado, como instrumentos de injustiça; antes ofereçam-se a Deus como quem voltou da morte para a vida; e ofereçam os membros dos seus corpos a ele, como instrumentos de justiça". Romanos 6.12,13. ____________________________________ João Crisóstemo