O Preço de Seguir a Jesus



Jesus dizia a todos: "Se alguém quiser acompanhar-me, negue-se a si mesmo, tome diariamente a sua cruz e siga-me." Lucas 9.23. O “Filho do Homem,” conheceu de perto a hostilidade e a oposição dos pecadores. Rejeição e perseguição foram experiências constantes em seu ministério terreno. A razão de todo o sofrimento do Senhor Jesus tinha a ver com o seu compromisso incondicional com o propósito de Deus Pai. Um propósito que contraria os hábitos, padrões e poderes deste mundo caído. Aqueles que decidem segui-lo não devem ter uma expectativa diferente. O apóstolo Paulo corrobora este pensamento quando exorta os discípulos em Antioquia, dizendo: “...através de muitas tribulações, nos importa entrar no reino de Deus.” Atos 14.22. O ensino de Cristo presume que o estilo de vida de seus seguidores seja caracterizado pelo “carregar a cruz”. A cruz era um instrumento de morte bastante conhecido naquela época. Aqui ela representa a morte ou separação da velha vida. Esta convocação do Senhor não contém em si mesma nenhuma avaliação quanto à probabilidade de que será atendida. Alguém ouvir do Evangelho e até mesmo dar uma resposta de fé, não indica necessariamente que continuará sendo fiel. O evangelista Lucas ao referir-se a Judas destaca que mesmo sendo ele parte do grupo “... veio a ser o traidor.” Lucas 6.16. Também na parábola do semeador, nota-se a possibilidade da fé crescer, e então murchar ou ser sufocada (Lucas 8.4-15). Desse modo, este ensino de Jesus destaca três implicações sobre ser um discípulo dele. (1). Uma abnegação radical. Negar a si mesmo. Significa fazer morrer a natureza pecaminosa. (2). Tomar a cruz diariamente, isto é, aceitar voluntariamente as responsabilidades e sofrimentos que são inerentes ao discípulo. (3). Segui-lo. Um imperativo que na língua original (grego), envolve ação persistente: Que prossiga seguindo! ____________________________________ João Crisóstemo



Jesus dizia a todos: "Se alguém quiser acompanhar-me, negue-se a si mesmo, tome diariamente a sua cruz e siga-me." Lucas 9.23. O “Filho do Homem,” conheceu de perto a hostilidade e a oposição dos pecadores. Rejeição e perseguição foram experiências constantes em seu ministério terreno. A razão de todo o sofrimento do Senhor Jesus tinha a ver com o seu compromisso incondicional com o propósito de Deus Pai. Um propósito que contraria os hábitos, padrões e poderes deste mundo caído. Aqueles que decidem segui-lo não devem ter uma expectativa diferente. O apóstolo Paulo corrobora este pensamento quando exorta os discípulos em Antioquia, dizendo: “...através de muitas tribulações, nos importa entrar no reino de Deus.” Atos 14.22. O ensino de Cristo presume que o estilo de vida de seus seguidores seja caracterizado pelo “carregar a cruz”. A cruz era um instrumento de morte bastante conhecido naquela época. Aqui ela representa a morte ou separação da velha vida. Esta convocação do Senhor não contém em si mesma nenhuma avaliação quanto à probabilidade de que será atendida. Alguém ouvir do Evangelho e até mesmo dar uma resposta de fé, não indica necessariamente que continuará sendo fiel. O evangelista Lucas ao referir-se a Judas destaca que mesmo sendo ele parte do grupo “... veio a ser o traidor.” Lucas 6.16. Também na parábola do semeador, nota-se a possibilidade da fé crescer, e então murchar ou ser sufocada (Lucas 8.4-15). Desse modo, este ensino de Jesus destaca três implicações sobre ser um discípulo dele. (1). Uma abnegação radical. Negar a si mesmo. Significa fazer morrer a natureza pecaminosa. (2). Tomar a cruz diariamente, isto é, aceitar voluntariamente as responsabilidades e sofrimentos que são inerentes ao discípulo. (3). Segui-lo. Um imperativo que na língua original (grego), envolve ação persistente: Que prossiga seguindo! ____________________________________ João Crisóstemo