O Poder da Verdade



Disse Jesus aos judeus que haviam crido nele: "Se vocês permanecerem firmes na minha palavra, verdadeiramente serão meus discípulos. E conhecerão a verdade, e a verdade os libertará". Eles lhe responderam: "Somos descendentes de Abraão e nunca fomos escravos de ninguém. Como você pode dizer que seremos livres?" Jesus respondeu: "Digo-lhes a verdade: Todo aquele que vive pecando é escravo do pecado” (João 8.31-34). O ensino de Jesus impressionou de tal maneira aos seus ouvintes que muitos creram nele. Porém, algum tempo depois estas mesmas pessoas tentariam apedrejá-lo (João 8.59), demonstrando a inconsistência de sua fé. Por isso, o Senhor passa a instruí-las a fim de que entendessem o que envolve ser um autêntico discípulo dele. Se uma pessoa afirma crer em Cristo, de alguma forma; é importante que ela conheça as implicações da verdadeira fé. Nos versos acima a palavra-chave é “permanecer,” e o objeto desta permanência é “minha palavra”; uma expressão que se refere à totalidade do ensino de Cristo (5.24; 14.23, etc.). É muito fácil ser atraído superficialmente a Jesus, mas a prova de uma fé real é a permanência na palavra dele. Ademais, o discípulo genuíno conhecerá a verdade. Esta verdade está vinculada à pessoa e obra de Jesus, conforme se observa em João 14.6, onde Ele mesmo diz: Eu sou o caminho, a verdade e a vida. Ninguém vem ao Pai, a não ser por mim. (veja também 1.17). Sendo a expressão absoluta da verdade, Jesus tem poder para nos libertar do engano do pecado (Lucas 4.18). De modo geral, as pessoas desconhecem sua condição de escravos, assim como aqueles judeus que, orgulhosos de sua religiosidade, sequer tinham consciência de sua necessidade de libertação. Ao responde-los, Jesus não quis dizer que cada ato individual de pecado representa escravidão (embora, em certo sentido, isto também seja verdade), mas que todo aquele que vive continuamente pecando, é um escravo. Veja o que diz 1 João 3.6: “Todo aquele que permanece nele não vive pecando; todo aquele que vive pecando não no viu, nem o conheceu.” O pecado é a transgressão da lei de Deus e denota o afastamento ou abandono de qualquer de seus padrões. Aquele que o pratica como um estilo normal de vida revela seu estado de escravidão quer esteja consciente disso ou não. Tal pessoa não pode sair desta condição a não ser que conheça pessoalmente ao Senhor Jesus Cristo e seja liberta por intermédio de seu poder. ____________________________________ João Crisóstemo



Disse Jesus aos judeus que haviam crido nele: "Se vocês permanecerem firmes na minha palavra, verdadeiramente serão meus discípulos. E conhecerão a verdade, e a verdade os libertará". Eles lhe responderam: "Somos descendentes de Abraão e nunca fomos escravos de ninguém. Como você pode dizer que seremos livres?" Jesus respondeu: "Digo-lhes a verdade: Todo aquele que vive pecando é escravo do pecado” (João 8.31-34). O ensino de Jesus impressionou de tal maneira aos seus ouvintes que muitos creram nele. Porém, algum tempo depois estas mesmas pessoas tentariam apedrejá-lo (João 8.59), demonstrando a inconsistência de sua fé. Por isso, o Senhor passa a instruí-las a fim de que entendessem o que envolve ser um autêntico discípulo dele. Se uma pessoa afirma crer em Cristo, de alguma forma; é importante que ela conheça as implicações da verdadeira fé. Nos versos acima a palavra-chave é “permanecer,” e o objeto desta permanência é “minha palavra”; uma expressão que se refere à totalidade do ensino de Cristo (5.24; 14.23, etc.). É muito fácil ser atraído superficialmente a Jesus, mas a prova de uma fé real é a permanência na palavra dele. Ademais, o discípulo genuíno conhecerá a verdade. Esta verdade está vinculada à pessoa e obra de Jesus, conforme se observa em João 14.6, onde Ele mesmo diz: Eu sou o caminho, a verdade e a vida. Ninguém vem ao Pai, a não ser por mim. (veja também 1.17). Sendo a expressão absoluta da verdade, Jesus tem poder para nos libertar do engano do pecado (Lucas 4.18). De modo geral, as pessoas desconhecem sua condição de escravos, assim como aqueles judeus que, orgulhosos de sua religiosidade, sequer tinham consciência de sua necessidade de libertação. Ao responde-los, Jesus não quis dizer que cada ato individual de pecado representa escravidão (embora, em certo sentido, isto também seja verdade), mas que todo aquele que vive continuamente pecando, é um escravo. Veja o que diz 1 João 3.6: “Todo aquele que permanece nele não vive pecando; todo aquele que vive pecando não no viu, nem o conheceu.” O pecado é a transgressão da lei de Deus e denota o afastamento ou abandono de qualquer de seus padrões. Aquele que o pratica como um estilo normal de vida revela seu estado de escravidão quer esteja consciente disso ou não. Tal pessoa não pode sair desta condição a não ser que conheça pessoalmente ao Senhor Jesus Cristo e seja liberta por intermédio de seu poder. ____________________________________ João Crisóstemo