Supremo Amor



“Quem não ama não conhece a Deus, porque Deus é amor. Foi assim que Deus manifestou o seu amor entre nós: enviou o seu Filho Unigênito ao mundo, para que pudéssemos viver por meio dele. Nisto consiste o amor: não em que nós tenhamos amado a Deus, mas em que ele nos amou e enviou seu Filho como propiciação pelos nossos pecados” (1 João 4.8-10). A capacidade de amar esta vinculada ao conhecimento de Deus, pois Ele é amor. Se tivermos um relacionamento real com o Criador, seremos habilitados a amar uns aos outros, uma vez que Sua natureza amorosa assume o controle de nossa natureza humana egoísta, transformando-a gradativamente. Logo, aquele que não ama revela não fazer parte desta “metamorfose” espiritual, nem da família divina. Ademais, a declaração “Deus é amor” expressa a personalidade de Deus em toda sua extensão e enfatiza o imenso abismo existente entre Ele e o homem caído. Apenas Deus é amor em absoluto! Isso jamais poderia ser dito a respeito de qualquer outro homem, exceto Jesus Cristo, o Deus Filho encarnado. Este amor de Deus é demonstrado de maneira suprema na vinda de Jesus ao mundo. Cristo é a manifestação visível do caráter amoroso de Deus. O Pai celestial enviou-nos seu único Filho para nos dar vida! Aqui percebemos dois fatores que determinam a natureza desse amor. De um lado, o autossacrifício e de outro, a ação realizada em favor de terceiros. Não somos capazes de compreender o amor de Deus tendo como parâmetro o amor imperfeito que temos por Ele. O amor Divino precisa ser observado em seu ato anterior, quando Ele expressou este amor enviando seu Filho para ser sacrificado como pagamento pelas nossas transgressões. Por sua livre iniciativa e custo próprio, Deus concedeu perdão completo à humanidade estando ela em situação de rebeldia e inimizade contra Ele. É natural pressupor que por sermos recipientes deste amor gracioso de Deus, deveríamos amá-lo em retorno. Embora isso seja correto e esperado, aqui o texto bíblico enfatiza a nossa responsabilidade de retribuir este amor em nosso relacionamento com os outros, conforme diz o verso 11: “Amados, visto que Deus assim nos amou, nós também devemos amar uns aos outros”. ____________________________________ João Crisóstemo



“Quem não ama não conhece a Deus, porque Deus é amor. Foi assim que Deus manifestou o seu amor entre nós: enviou o seu Filho Unigênito ao mundo, para que pudéssemos viver por meio dele. Nisto consiste o amor: não em que nós tenhamos amado a Deus, mas em que ele nos amou e enviou seu Filho como propiciação pelos nossos pecados” (1 João 4.8-10). A capacidade de amar esta vinculada ao conhecimento de Deus, pois Ele é amor. Se tivermos um relacionamento real com o Criador, seremos habilitados a amar uns aos outros, uma vez que Sua natureza amorosa assume o controle de nossa natureza humana egoísta, transformando-a gradativamente. Logo, aquele que não ama revela não fazer parte desta “metamorfose” espiritual, nem da família divina. Ademais, a declaração “Deus é amor” expressa a personalidade de Deus em toda sua extensão e enfatiza o imenso abismo existente entre Ele e o homem caído. Apenas Deus é amor em absoluto! Isso jamais poderia ser dito a respeito de qualquer outro homem, exceto Jesus Cristo, o Deus Filho encarnado. Este amor de Deus é demonstrado de maneira suprema na vinda de Jesus ao mundo. Cristo é a manifestação visível do caráter amoroso de Deus. O Pai celestial enviou-nos seu único Filho para nos dar vida! Aqui percebemos dois fatores que determinam a natureza desse amor. De um lado, o autossacrifício e de outro, a ação realizada em favor de terceiros. Não somos capazes de compreender o amor de Deus tendo como parâmetro o amor imperfeito que temos por Ele. O amor Divino precisa ser observado em seu ato anterior, quando Ele expressou este amor enviando seu Filho para ser sacrificado como pagamento pelas nossas transgressões. Por sua livre iniciativa e custo próprio, Deus concedeu perdão completo à humanidade estando ela em situação de rebeldia e inimizade contra Ele. É natural pressupor que por sermos recipientes deste amor gracioso de Deus, deveríamos amá-lo em retorno. Embora isso seja correto e esperado, aqui o texto bíblico enfatiza a nossa responsabilidade de retribuir este amor em nosso relacionamento com os outros, conforme diz o verso 11: “Amados, visto que Deus assim nos amou, nós também devemos amar uns aos outros”. ____________________________________ João Crisóstemo