Paz e Esperança



"Tendo sido, pois, justificados pela fé, temos paz com Deus, por nosso Senhor Jesus Cristo, por meio de quem obtivemos acesso pela fé a esta graça na qual agora estamos firmes; e nos gloriamos na esperança da glória de Deus" (Romanos 5.1-2 NVI). Estes versos nos convidam a celebrar os grandes benefícios concedidos aos que foram justificados por meio da fé em Cristo. Justificar era um termo legal que significava “assegurar um veredito favorável; absolver; vindicar; declarar justo”. Trata-se de um ato de Deus que tomou a iniciativa e concedeu os meios para a redenção por meio de Cristo Jesus. De maneira que o pecador que confia em Cristo recebe o dom divino da justiça, o que permite a Deus declará-lo justo, conforme Romanos 3.23,24, onde lemos: “pois todos pecaram e estão destituídos da glória de Deus, sendo justificados gratuitamente por sua graça, por meio da redenção que há em Cristo Jesus.” O texto destaca dois benefícios em particular: "paz com Deus" e "esperança". Os cristãos não são apenas justificados ou absolvidos legalmente falando, mas colocados numa situação inteiramente nova, tanto no presente (como reconciliados com Deus), quanto no futuro (como aptos a desfrutar da glória dele). A glória de Deus é aquele estado de comunhão absoluta com Ele, o qual temos perdido por causa do pecado e que será restaurado no último dia a todos os cristãos. Sobre isso, o apóstolo Paulo escreveu: “Considero que os nossos sofrimentos atuais não podem ser comparados com a glória que em nós será revelada” (Romanos 8.18). Assim, a justificação implica, primeiramente, em paz com Deus. Esta paz ou reconciliação nasceu de uma situação de hostilidade e inimizade contra Deus. Éramos fracos, ímpios e pecadores rebeldes, quando Deus em Seu amor nos trouxe para dentro de um novo relacionamento de paz com Ele através de Seu Filho. Além da paz há a esperança. O texto contempla a situação presente à luz do futuro: “e nos gloriamos na esperança da glória de Deus.” Esta palavra gloriamos sugere confiança e alegria. Gloriar-se das conquistas humanas não faz parte do evangelho, mas o gloriar-se por causa da graciosa provisão de Deus em Cristo Jesus é totalmente apropriado. À vista disso, a confiança alegre na esperança deveria ser o alvo de todos os cristãos, superando a frustração do presente por ainda não sermos aquilo que Deus planejou para nós, isto é, plenamente conformados à imagem de Jesus (Romanos 8.29). ____________________________________ João Crisóstemo



"Tendo sido, pois, justificados pela fé, temos paz com Deus, por nosso Senhor Jesus Cristo, por meio de quem obtivemos acesso pela fé a esta graça na qual agora estamos firmes; e nos gloriamos na esperança da glória de Deus" (Romanos 5.1-2 NVI). Estes versos nos convidam a celebrar os grandes benefícios concedidos aos que foram justificados por meio da fé em Cristo. Justificar era um termo legal que significava “assegurar um veredito favorável; absolver; vindicar; declarar justo”. Trata-se de um ato de Deus que tomou a iniciativa e concedeu os meios para a redenção por meio de Cristo Jesus. De maneira que o pecador que confia em Cristo recebe o dom divino da justiça, o que permite a Deus declará-lo justo, conforme Romanos 3.23,24, onde lemos: “pois todos pecaram e estão destituídos da glória de Deus, sendo justificados gratuitamente por sua graça, por meio da redenção que há em Cristo Jesus.” O texto destaca dois benefícios em particular: "paz com Deus" e "esperança". Os cristãos não são apenas justificados ou absolvidos legalmente falando, mas colocados numa situação inteiramente nova, tanto no presente (como reconciliados com Deus), quanto no futuro (como aptos a desfrutar da glória dele). A glória de Deus é aquele estado de comunhão absoluta com Ele, o qual temos perdido por causa do pecado e que será restaurado no último dia a todos os cristãos. Sobre isso, o apóstolo Paulo escreveu: “Considero que os nossos sofrimentos atuais não podem ser comparados com a glória que em nós será revelada” (Romanos 8.18). Assim, a justificação implica, primeiramente, em paz com Deus. Esta paz ou reconciliação nasceu de uma situação de hostilidade e inimizade contra Deus. Éramos fracos, ímpios e pecadores rebeldes, quando Deus em Seu amor nos trouxe para dentro de um novo relacionamento de paz com Ele através de Seu Filho. Além da paz há a esperança. O texto contempla a situação presente à luz do futuro: “e nos gloriamos na esperança da glória de Deus.” Esta palavra gloriamos sugere confiança e alegria. Gloriar-se das conquistas humanas não faz parte do evangelho, mas o gloriar-se por causa da graciosa provisão de Deus em Cristo Jesus é totalmente apropriado. À vista disso, a confiança alegre na esperança deveria ser o alvo de todos os cristãos, superando a frustração do presente por ainda não sermos aquilo que Deus planejou para nós, isto é, plenamente conformados à imagem de Jesus (Romanos 8.29). ____________________________________ João Crisóstemo