Crer para Viver



“Quem crê no Filho tem a vida eterna; já quem rejeita o Filho não verá a vida, mas a ira de Deus permanece sobre ele" (João 3.36 NVI). Quando pessoas depositam fé em Cristo, elas experimentam o novo nascimento e iniciam uma nova vida. No devido tempo passarão pelo portal da morte, mas isso não altera o fato de que a vida eterna lhes pertence. É comum no Evangelho de João a pessoa do Filho ser retratada de maneira absoluta. Ele é "o Filho." Este uso absoluto enfatiza a singularidade de sua posição. O texto é veemente: “Quem crê no Filho tem a vida eterna”. Por outro lado e negativamente, “quem rejeita o Filho não verá a vida.” O significado mais provável da expressão “quem rejeita” é "quem não obedece." Aqueles que realmente creem, efetivamente, obedecem ao Filho, e aqueles que não creem, na prática, não O obedecem. O verbo crer traduzido aqui é um particípio presente que indica uma atitude contínua e mostra que fé e conduta estão intimamente associadas. Necessariamente, fé exige ação. A ideia é a mesma dos versos 19 a 21, onde aqueles que não creem são os mesmos que escolhem as trevas em vez da luz, que odeiam a luz e não se chegam para a luz. Pessoas sobre as quais é dito que “não (verão) a vida.” A desobediência afasta pessoas desta que é, de fato, a verdadeira vida. Incapazes de vê-la, a única coisa que podem vislumbrar é a “ira de Deus”. Embora este conceito seja considerado, por parte de alguns, incompatível com a natureza amorosa de Deus, há inúmeras passagens bíblicas sobre este tema e rejeitá-las seria o mesmo que mutilar as Escrituras. Esta ira “permanece” e representa a oposição estabelecida e ativa da natureza santa de Deus a tudo que é mal. Qualquer um que continue incrédulo e desobediente é mantido debaixo desta persistente ira de Deus. Isso é básico ao entendimento do Evangelho, pois não haveria necessidade de salvação se não houvesse o real perigo da condenação. ____________________________________ João Crisóstemo



“Quem crê no Filho tem a vida eterna; já quem rejeita o Filho não verá a vida, mas a ira de Deus permanece sobre ele" (João 3.36 NVI). Quando pessoas depositam fé em Cristo, elas experimentam o novo nascimento e iniciam uma nova vida. No devido tempo passarão pelo portal da morte, mas isso não altera o fato de que a vida eterna lhes pertence. É comum no Evangelho de João a pessoa do Filho ser retratada de maneira absoluta. Ele é "o Filho." Este uso absoluto enfatiza a singularidade de sua posição. O texto é veemente: “Quem crê no Filho tem a vida eterna”. Por outro lado e negativamente, “quem rejeita o Filho não verá a vida.” O significado mais provável da expressão “quem rejeita” é "quem não obedece." Aqueles que realmente creem, efetivamente, obedecem ao Filho, e aqueles que não creem, na prática, não O obedecem. O verbo crer traduzido aqui é um particípio presente que indica uma atitude contínua e mostra que fé e conduta estão intimamente associadas. Necessariamente, fé exige ação. A ideia é a mesma dos versos 19 a 21, onde aqueles que não creem são os mesmos que escolhem as trevas em vez da luz, que odeiam a luz e não se chegam para a luz. Pessoas sobre as quais é dito que “não (verão) a vida.” A desobediência afasta pessoas desta que é, de fato, a verdadeira vida. Incapazes de vê-la, a única coisa que podem vislumbrar é a “ira de Deus”. Embora este conceito seja considerado, por parte de alguns, incompatível com a natureza amorosa de Deus, há inúmeras passagens bíblicas sobre este tema e rejeitá-las seria o mesmo que mutilar as Escrituras. Esta ira “permanece” e representa a oposição estabelecida e ativa da natureza santa de Deus a tudo que é mal. Qualquer um que continue incrédulo e desobediente é mantido debaixo desta persistente ira de Deus. Isso é básico ao entendimento do Evangelho, pois não haveria necessidade de salvação se não houvesse o real perigo da condenação. ____________________________________ João Crisóstemo